• Design

    Terça-Feira, 23 de Janeiro de 2018

    O estúdio de design sueco Stoft Studio lançou uma coleção de gabinetes, inspirada no compotamento natural da madeira, que está causando alvoroço mundo afora. Desenhada para a exposição What’s your DNA durante o Dutch Design WeekWhittle Away, que significa talhar em tradução livre, consiste em dois armários que parecem descascar-se.

    A exposição reuniu trabalhos de 9 estúdios de design suecos, todos do Condado de Escânia, no sul da Suécia, visando mostrar os talentos emergentes presentes nessa área. Com isso em mente, Stoft produziu algo que realmente passasse a essência, o DNA do estúdio, que fabrica suas peças manualmente com técnicas passadas de geração para geração. 

     

    Os armários foram feitos de madeira de pinho e cobertos por uma camada de cera dura que forma uma espiral quando cortada da árvore, revelando uma superfície completamente nova por trás de seu casco. A primeira camada de madeira se retorce, como se estivesse de fato descascada, revelando os painéis pintados à mão em laranja, rosa e cinza com tintura natural de algas.

     

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  • Arquitetura

    Segunda-Feira, 22 de Janeiro de 2018

    O Water Front Cultural Center, consiste em um centro dedicado aos esportes e a água, que em breve deve figurar na paisagem dinamarquesa. O projeto incrível, do escritório de arquitetura Kengo Kuma & Associates -- escritório conhecido por mesclar arquitetura e natureza -- prevê a construção de pirâmides que conectam terra e água, na beira do mar, em Copenhague e busca celebrar a água através de suas diferentes formas: vapor, fluxo e reflexão de luz.

    O centro de cultura beira-mar por Kengo Kuma quer criar uma experiência, e não apenas um objeto autônomo, sob a forma de paisagem, arte e arquitetura que são unificadas e definidas pela água. O tijolo foi escolhido para se relacionar com o contexto da área e para destacar a qualidade e a estética do artesanato dinamarquês tradicional. A proposta expressa o potencial do material em sua textura de pequena escala com a grande escala da arquitetura. Os vários níveis de opacidade e transparência da fachada tornam-se brilhantes com a luz quente durante a noite e na estação fria, quando as horas sombrias duram muito.

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  • Geral

    Domingo, 21 de Janeiro de 2018

    O melhor ambiente do mundo é onde você se sente em casa. Seja qual for o seu estilo, a Aldeia tem.

    Meu estilo, minha casa, minha Aldeia.

     

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  • Gastronomia

    Sábado, 20 de Janeiro de 2018

    Quando chega o final de semana tudo o que a gente deseja é aproveitar o tempo com a família! Para não perder esse tempo na cozinha, estamos sempre em busca de receitas fáceis, rápidas, gostosas e que sujem pouquíssima louça! Por isso, trouxemos hoje uma receita que você não pode deixar de conferir. É só fazer o macarrão normalmente, refogar alho e cebola roxa e depois juntar tudo com atum, suco de limão e alcaparra e finalizar com uma pimentinha calabresa. Olha, só:

    INGREDIENTES

    • 500 g de massa curta tipo penne

    • 1 cebola roxa cortada em gomos finos

    • 2 dentes de alho picados

    • 4 colheres (sopa) de azeite

    • 425 g de atum em conserva de água e sal, escorrido

    • Suco de 1 limão

    • 3 colheres (sopa) de alcaparras em conserva, lavadas e escorridas

    • 1 de xícara (chá) de salsinha picada

    • Sal e pimenta calabresa a gosto

     

    MODO DE PREPARO

    Em um caldeirão com bastante água fervente com sal, cozinhe a massa até ficar “al dente”. Enquanto isso, refogue rapidamente a cebola e o alho na metade do azeite até murchar. Junte o atum, o suco de limão e a alcaparra. Escorra a massa e misture ao atum. Verifique o tempero, junte a pimenta, o azeite restante e a salsinha. Sirva quente ou morno. 

     

    Aproveite! Nunca foi tão fácil se considerar um expert da culinária! 

     

     

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  • Madeira

    Sexta-Feira, 19 de Janeiro de 2018

    Quem aqui também é apaixonado por madeira? Há muito tempo a madeira é usada como piso e revestimento para aquecer os espaços. Com o passar do tempo, a crescente preocupação com o meio ambiente fez com o que sua utilização ficasse mais limitada. A saída das grandes empresas foi produzir acabamentos cerâmicos, vinílicos, cimentícios e até de alumínio que trazem a textura da madeira e ainda custam menos.

     

    Castelatto da linha Madeyra Vecchia

     

    Genuinamente brasileira, a Oca Brasil mistura a beleza e o conforto tradicional da madeira Teca, maciça e certificada, com o artesanato do povo brasileiro, compondo assim belíssimos mosaicos e desenvolvendo revestimentos ecológicos, sem deixar resíduos para as futuras gerações. É possível aplicar os produtos da Oca Brasil em paredes, murais, painéis decorativos e, também, em projetos moveleiros, sendo inegável o excelente conforto térmico e acústico proporcionado pela madeira na decoração.

    Veja uma amostra do uso de revestimento em madeira da Oca Brasil, exclusividade da Aldeia Acabamentos, nesse projeto de Ronald T. Pimentel:

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  • Paisagismo

    Quinta-Feira, 18 de Janeiro de 2018

    Há diferentes métodos para estimar quão verde uma cidade é. Podemos contar os parques, somar todas as áreas verdes, quantificar apenas as zonas arborizadas públicas, precisar o número de árvores plantadas, e, mais recentemente, de acordo com um estudo realizado no MIT, analisar a perspectiva dos habitantes para saber quão frondosa pode ser uma cidade. 

    Newsha Ghaeli, pesquisadora do Senseable City Lab do MIT, desenvolveu junto de sua equipe um método para averiguar quão verde é o espaço urbano visto a partir da perspectiva dos pedestres. Imagens tomadas do Google Street View são processadas por um algoritmo que estima a porcentagem de cada imagem que corresponde a árvores e outros tipos de vegetação. "É importante compreender a quantidade de árvores e copas que cobrem as ruas, pois é isso que percebemos nas cidades", afirmou Ghaeli. 

    Intitulado Treepedia, o estudo gera mapas de vegetação que apresentam os níveis de "frondosidade" para cada local. Estes são combinados para resultar no Green View Index (GVI), um índice que determina quão verde é o espaço urbano a partir da perspectiva de quem caminha nas ruas.

    Dentre todas as cidades analisadas até o momento, Singapura é a que lidera a lista com um GVI de 29,3%, seguida de perto por Sydney e Vancouver. Do ouro lado do espectro, Paris ocupa o posto de cidade mais cinza, com um GVI de apenas 8,8%.

    Projeto Gardens by the Bay em Singapura.

     

    Campo de Marte e Torre Eiffel em primeiro plano e centro financeiro La Défense ao fundo, vistos a partir da Torre Montparnasse em Paris.

     

    Pouca vegetação nos centros urbanos é um aspecto frequentemente associado a problemas de saúde e elevados níveis de estresse entre os cidadãos, nesse sentido, a pesquisa de Ghaeli pode oferecer dados interessantes para compreender problemas urbanos relacionados à saúde pública e o bem estar das pessoas nas cidades. 

    Veja a lista das dez cidades mais verdes segundo o estudo do Senseable City Lab: 

    1. Singapura (GVI: 29.3%)
    2. Sydney e Vancouver  (GVI: 25.9%)
    3. Cambridge (US) (GVI: 25.3%)
    4. Durban (GVI: 23.7%)
    5. Sacramento e Johannesburgo (GVI: 23.6%)
    6. Frankfurt (GVI: 21.5%)
    7. Genebra (GVI: 21.4%)
    8. Amsterdã (GVI: 20.6%)
    9. Seattle (GVI: 20%)
    10. Toronto (GVI: 19.5%)

     

    Fonte: Archdaily

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  • Revestimentos

    Quarta-Feira, 17 de Janeiro de 2018

    Nós amamos tijolinhos e principalmente as alternativas que eles nos dão para os projetos. Já pensou em usar a versão inox? Ela traz uma sofisticação contemporânea a qualquer ambiente. 

     

    Confira como ele fez toda diferença nesses projetos de cozinha:

    Projeto: Nildo José

     

    (Reprodução / Instagram)

     

    (Reprodução / Instagram)

     

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  • Sustentabilidade

    Terça-Feira, 16 de Janeiro de 2018

    Já imaginou poder construir uma casa inteira sem fazer poeira ou incomodar os vizinhos com o barulho da britadeira? Esta casa existe e está localizada na Espanha.

    O projeto em questão é a segunda casa de um paisagista britânico e sua família. De autoria do escritório espanhol Baragaño Architects, a casa é composta por oito módulos de 2,15 x 5,30 metros, sendo quatro módulos no piso inferior e quatro no superior, contém somente materiais sustentáveis e autossustentáveis. Sendo assim, caso a família queira mudar-se, é possível levar a casa com eles.

    Feita de aço galvanizado, madeira e ardósia, o seu processo de confecção na indústria demora em torno de quatro meses para ficar pronta. Depois é só levar os módulos ao local e montar. Por mais moderna que seja a construção, ainda assim, a Casa Montaña se integra ao entorno rural e bucólico em que está inserida.

    As grandes esquadrias de vidro trazem para dentro da casa a bela natureza, que é a responsável por colorir os ambientes brancos. O piso inferior tem o conceito aberto, deixando a cozinha e sala de estar totalmente integradas. Já no segundo piso, os dois quartos são separados por uma parede de policarbonato translúcido que permite que a luz penetre em ambos os ambientes.

    Por conta da diminuição do tempo para erguer a casa, o custo também diminui, sendo uma ótima alternativa para locais de difícil acesso.

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  • Viagem

    Segunda-Feira, 15 de Janeiro de 2018

    O Lago Hillier é uma das maravilhas naturais da Austrália. Situado em Middle Island, a maior das ilhas e ilhotas que compõem o arquipélago de Recherche, na Austrália Ocidental. O inusitado é a sua coloração rosa, num tom bastante extravagante. 

    Sua coloração fascinante pode até parecer montagem, mas tem causa científica: a presença de alta concentração de sal e de um tipo específico de alga que fez com que a cor da água mudasse. A cor da água é permanente, uma vez que não se altera nem quando a água é recolhida num recipiente.

    O lago apresenta aproximadamente 600 metros de largura e é cercado por uma linda e exuberante vegetação. Praticamente intocado e bastante isolado, desde a sua descoberta, pouco sofreu com a influência do homem. Não fosse um breve período de exploração salina, o Hillier permaneceria quase intocável até os dias de hoje. Dessa forma, o local é uma grande atração turística e proporciona imagens incríveis aos visitantes.



    E tem mais, o Hillier não é o único lago rosa da Austrália ou do mundo. Há registros de pelo menos outros quatro lagos rosa por toda a Austrália: Field of Pink Lakes, Pink Lake, Quairading Pink Lake e o Hutt Lagoon. Além destes, são conhecidos pelo menos mais quatro lagos rosa ao redor do mundo.

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  • Fotografia

    Domingo, 14 de Janeiro de 2018

    Sabe aqueles perfis no Instagram que a gente simplesmente não consegue parar de ver? O perfil do artista @raminnasibov faz parte dessa lista. Ele e @dariagermania, os "caçadores de cores", procuram por Berlim as paredes mais divertidas para contar suas histórias. O forte da dupla são as formas geométricas. Venha se inspirar!

     

    Nós, da Aldeia, somos apaixonados por essas ideias fora da caixa! E você, está esperando o quê para começar a seguir também?

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